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Setembro Amarelo, mês de prevenção ao suicídio

DATA: 01/09/19 Qualidade de Vida

Saiba como todos podemos ajudar a preservar vidas

O suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 800 mil pessoas se suicidam por ano e um número ainda maior tentam se suicidar. Os métodos mais utilizados são ingestão de pesticidas, enforcamento ou armas de fogo.

De acordo com o Centro de Valorização da Vida, 32 brasileiros se matam por dia, média de uma morte a cada 45 minutos. Essa taxa é maior do que as vítimas de AIDS e da maioria dos tipos de câncer. A OMS entende o suicídio como um grave problema de saúde pública e por isso, busca promover ações de prevenção e conscientização da população sobre a seriedade do tema. 

Num primeiro momento, associamos o suicídio aos distúrbios mentais e ao abuso de álcool e outras drogas. Depressão e ansiedade estão interligados, mas não são a principal causa. Vários suicídios acontecem de forma impulsiva, em momentos de crise, quando uma pessoa entra em colapso por não conseguir lidar com os estresses e angústias da vida – tais como problemas financeiros, fim de relacionamentos, dores crônicas e doenças.

Quem está passando por crises, não consegue enxergar saída ou sente-se totalmente perdido em meio aos eventos da vida. Essa sensação faz com que as pessoas se isolem e não sintam vontade de buscar ajuda. É muito importante ficar atento a esse tipo de comportamento com qualquer pessoa, seja na família, no trabalho, entre amigos. Oferecer ajuda, mostrar apoio, pode aliviar a dor de alguém e, dessa forma, evitar o ato suicida por impulso.

Intervenções mínimas podem fazer grande diferença, pois as pessoas com tendência ao suicídio geralmente são muito sensíveis e tendem a se isolar. Se você vê que alguém próximo está passando por uma situação difícil, convide-o para conversar. Dedique um tempo do seu dia para apenas ouvir e mostrar apoio àquela pessoa. Indicar outras intervenções também ajuda, como terapias e acompanhamento psicológico.

O enfrentamento de conflitos no trabalho, violência, abusos ou perdas significativas, também estão associados ao suicídio. As taxas de suicídio também são elevadas em grupos vulneráveis que sofrem discriminação, como refugiados, migrantes, indígenas e o público LGBT+. Mas todas essas questões são agravadas pelo senso de isolamento que uma pessoa tende a desenvolver quando está num momento de crise. É preciso mostrar às  pessoas que elas não estão sozinhas e que são capazes de enfrentar as situações, por mais difíceis que pareçam. 

Todos esses dados assustam e se tornam cada vez mais graves a cada ano. Daí a importância de desenvolver campanhas, ações e conscientizar a população acerca de um tema tão delicado. Suicídio é coisa séria e pode ser evitado, com ações pequenas no nosso dia. Uma simples conversa pode salvar a vida de alguém querido. 

No Brasil, o CVV realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo por telefone, email e chat 24 horas, todos os dias. Falar é sempre a melhor solução, o melhor remédio. Se você está passando por uma situação difícil, e precisa de apoio emocional, procure ligar para o CVV no número 188. É totalmente seguro e anônimo.

Não é preciso estar ligado ao CVV ou a outra instituição para se mobilizar. Empresas podem fazer ações internas, distribuir materiais informativos, promover palestras. É possível ainda iluminar fachadas de amarelo, promover atividades com os colaboradores e o público em geral, falar sobre prevenção nas unidades. Cada pessoa pode apoiar as ações, usando uma fita amarela ou vestindo amarelo, levantando o tema em seus grupos e buscando informações confiáveis sobre o assunto. Saiba como participar e apoiar a campanha em www.setembromarelo.com.br

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