Tributação do Imposto de Renda em 2026
DATA: 13/01/26 Últimas NotíciasIsenção até R$ 5.000 e redução até R$ 7.350: o que muda para você
A partir de 2026, entram em vigor novas regras do Imposto de Renda que impactam diretamente salários, benefícios e o planejamento financeiro de longo prazo, com reflexo na declaração que será entregue em 2027.
Na prática, isso significa menos imposto para uma parcela importante da população. Como o tema costuma gerar dúvidas, especialmente quando envolve termos como “tabela progressiva” e “regime de tributação”, a Previbayer preparou este conteúdo para explicar o que muda, de forma clara e sem linguagem complicada.
O objetivo é ajudar você a entender o cenário para acompanhar suas decisões com mais segurança e tranquilidade.
O que muda no Imposto de Renda em 2026?
A principal novidade é a criação de um redutor no cálculo do Imposto de Renda. Esse mecanismo amplia a faixa de isenção mensal e reduz o imposto para determinadas faixas de renda.
Na prática, funciona assim:
> Rendimentos mensais de até R$ 5.000 passam a ser isentos de IR;
> Para rendas entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, o imposto será reduzido de forma gradual;
> Acima desse valor, continuam valendo as regras tradicionais do Imposto de Renda, com alíquotas que aumentam conforme a renda.
É importante destacar: a tabela de alíquotas do Imposto de Renda não mudou. O que muda é o cálculo final do imposto, que se torna mais leve para quem recebe até R$ 7.350 por mês.
Isso torna a tributação mais equilibrada entre as diferentes faixas de renda, especialmente no dia a dia de quem recebe valores mensais.
E como funciona a tributação nos planos de previdência?
Quando o assunto é previdência complementar, existe um ponto fundamental: o Imposto de Renda não é cobrado mensalmente, como acontece com o salário. Ele incide apenas no momento do resgate ou do recebimento do benefício.
Em 2026, continuam existindo dois regimes de tributação possíveis nos planos de previdência:
Regime Progressivo
> A alíquota aumenta conforme o valor recebido;
> Funciona de forma semelhante ao Imposto de Renda aplicado aos salários;
> Com as novas regras, valores mensais de até R$ 5.000 passam a ser isentos;
> Vale destacar que a tabela de alíquotas não mudou. A mudança foi a criação de um redutor que amplia os grupos beneficiados com isenção e redução.
Esse modelo costuma ser mais conhecido, porque acompanha a lógica tradicional do Imposto de Renda no Brasil.
Regime Regressivo
> A alíquota diminui conforme o tempo de permanência no plano;
> Quanto maior o período no plano, menor o imposto, passando por faixas intermediárias até chegar a 10% após 10 anos.
Nesse modelo, o tempo pode ser um aliado importante para quem pensa no longo prazo

Você também pode consultar na íntegra, diretamente no site da Receita Federal, a Nova Tabela IRPF 2026. Assim como também poderá entender como funcionarão as tributações em 2026, contando com as Tabelas de incidência e deduções para cálculo do imposto sobre a renda das pessoas físicas.
Mais flexibilidade para decidir no momento certo
Nos planos da Previbayer, a escolha entre o regime progressivo ou regressivo pode ser feita no momento do resgate ou do recebimento do benefício, e não apenas na adesão ao plano.
Essa flexibilidade permite que a decisão seja tomada de acordo com o seu momento de vida e o seu contexto, ampliando as possibilidades de planejamento.
Para saber mais sobre esse tema, a Previbayer disponibiliza um conteúdo específico, acesse aqui.
É importante lembrar que cada participante tem uma realidade diferente. Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui uma análise individual do seu cenário.
A Previbayer acompanha as mudanças e compartilha informações de forma acessível para apoiar você em cada fase do seu planejamento. Entender as regras é um passo importante para tomar decisões com mais autonomia e tranquilidade.
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Até a próxima!





